Judoca israelense leva ouro em torneio de Abu Dhabi que proibiu hino e bandeira do país
27 out 17

Judoca israelense leva ouro em torneio de Abu Dhabi que proibiu hino e bandeira do país

Na última quinta-feira (26), o judoca israelense Tal Flicker foi medalha de ouro na categoria até 66kg no torneio de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Entretanto, o país recusou hastear a bandeira e executar o hino de Israel. Foram utilizados os símbolos da Federação Internacional de Judô. No pódio, Flicker, com a bandeira de Israel do quimono coberta, cantou baixinho o hino do país.

Depois da cerimônia, Flicker disse que o hino da federação mundial foi apenas um ruído de fundo. “Estou orgulhoso do meu país. O mundo inteiro sabe que somos de Israel”, completou.

Os Emirados Árabes alegaram que a proibição foi feita por motivos de segurança. A Federação Internacional de Judo já havia solicitado aos Emirados Árabes Unidos que tratassem tratar os atletas israelenses igualmente durante o torneio. Porém, todo o time israelense foi obrigado a competir sem qualquer símbolo de identificação israelense. A proibição está alinhada com uma política de boicote a esportistas israelenses.

Artigos Relacionados


O último discurso de Itzhak Rabin

Calendar icon 20 de novembro de 2020

Arrow right icon Leia mais

Retrospectiva 2018: Gaza

Calendar icon 20 de dezembro de 2018

Ao longo do ano publicamos matérias, levantamentos, tutoriais e artigos de especialistas sobre o conflito entre Israel e Gaza.  Reveja nossos conteúdos  Human Rights Watch divulga relatório sobre prisões arbitrárias e torturas praticadas pela Autoridade Palestina e pelo Hamas A 3ª via de Israel em Gaza: negociação direta com o Hamas  Samuel Feldberg fala sobre […]

Arrow right icon Leia mais

Dvir Sorek, estudante e pacifista, é assassinado segurando livro de David Grossman

Calendar icon 8 de agosto de 2019

O estudante Dvir Sorek foi encontrado morto na região de Gush Etzion, na Cisjordânia, na madrugada desta quinta-feira. Segundo as autoridades, o assassinato foi cometido por um membro do grupo terrorista Hamas. Quando alguém tomba vítima de terrorismo, de racismo ou de xenofobia, muitas vezes a reação, natural e compreensível, é a de fazermos referência […]

Arrow right icon Leia mais