Dica de leitura: “Minha terra prometida”
IBIA seguir, descobrimos um jovem agricultor judeu que, nos anos 1920, ajudou a expandir a economia na região. Na década de 1940, somos apresentados ao líder de um grupo que fez das ruínas de Massada um símbolo para o sionismo. Em seguida, conhecemos a história de um palestino que foi vítima das expulsões promovidas pelo Exército israelense em Lida, em 1948 – episódio brutal que o jornalista Ari Shavit qualifica como a “caixa-preta” de Israel.
A chegada dos órfãos do Holocausto ao país, o programa nuclear israelense nos anos 1960, os religiosos que começaram o movimento dos colonos na década de 1970 e a vida atual em Israel ocupam as páginas seguintes do livro.
(resenha Livraria da Folha)
Artigos Relacionados
Daniel Ring comenta sobre a campanha que pede o cancelamento do show de Milton Nascimento em Israel
24 de junho de 2019
Análise – Os palestinos mudarão de estratégia para incluir a ONU?
26 de setembro de 2017
Leia texto do jornalista Daoud Kuttab, originalmente publicado no Al-Monitor