Dica de leitura: “Minha terra prometida”
IBIA seguir, descobrimos um jovem agricultor judeu que, nos anos 1920, ajudou a expandir a economia na região. Na década de 1940, somos apresentados ao líder de um grupo que fez das ruínas de Massada um símbolo para o sionismo. Em seguida, conhecemos a história de um palestino que foi vítima das expulsões promovidas pelo Exército israelense em Lida, em 1948 – episódio brutal que o jornalista Ari Shavit qualifica como a “caixa-preta” de Israel.
A chegada dos órfãos do Holocausto ao país, o programa nuclear israelense nos anos 1960, os religiosos que começaram o movimento dos colonos na década de 1970 e a vida atual em Israel ocupam as páginas seguintes do livro.
(resenha Livraria da Folha)
Artigos Relacionados
O padrão de instrumentalização da comunidade judaica por Bolsonaro
9 de abril de 2021
É quase um padrão: basta que se intensifiquem as denúncias de genocídio, de ligação com movimentos supremacistas e de flerte com o ideário nazista para que a “comunidade judaica” seja convocada e instrumentalizada pelo presidente da república. Pode ser um clube, um representante do Estado de Israel ou uma liderança comunitária. Sempre haverá quem esteja […]
Daniel Golovaty trata das simetrias e assimetrias no conflito entre israelenses e palestinos
26 de setembro de 2018
Historiador e psicanalista ministrou a 6ª aula do curso de formação do IBI em São Paulo