Atividades religiosas em meio à pandemia

Além da luta contra o coronavírus, Israel trava uma luta cultural em tempos de epidemia. Tal qual acontece no Brasil, o governo israelense esta tentando restringir ao máximo as rezas e atividades de culto religioso para conter a disseminação do vírus. Acontece que, para alguns grupos em Israel, principalmente os membros de algumas seitas ultra-ortodoxas, os mandamentos religiosos têm muito mais peso do que as ordens do governo.
Assim, enquanto há diminuição das ações públicas, alguns grupos ultra-ortodoxos mantêm suas atividades em pleno funcionamento. Se até ontem a tendência parecia de diminuição total das atividades, há pouco o Rabino Kamineski, líder dos ultra-religiosos lituanos (grupo amplo e numeroso), determinou que as yeshivot e sinagogas deveriam permanecer abertas.
Fica a pergunta: como reagir a esses grupos religiosos em um país multicultural, em que há liberdade de culto para todos e autonomia para grupos minoritários? Essa é uma questão que também cabe ao Brasil.
Artigos Relacionados
Ishá im Ishá (Mulher com Mulher): A Outra Guerra – A experiência L em Israel
30 de agosto de 2021
Lei que impede restituições a sobreviventes do Holocausto coloca Israel contra Polônia
23 de agosto de 2021
Por Daniela Kresch
Playlist da semana: Músicas israelenses pela paz
24 de abril de 2019
Fim de semana combina com música! Pensando nisso, o IBI passa a publicar, sempre às sexta-feiras, playlists temáticas de músicas israelenses no Spotify. Para abrir a série, foram reunidas músicas que tratam do anseio pela paz, tema recorrente do universo musical no país. Há desde canções clássicas que se tornaram hinos do movimento pacifista, como […]