A banalização da banalização: como, quando e quem pode falar sobre nazismo hoje?

Debates sobre fascismo, nazismo e Holocausto têm sido frequentes na política brasileira contemporânea.
Para alguns, faz sentido valer-se desses termos para refletir sobre o presente. Para outros, qualquer referência a esses episódios configura-se como “banalização”.
Afinal, a ideia de “banalização” do nazismo e do Holocausto foi, ela própria, “banalizada”?
Como, quando e quem pode falar de nazismo e Holocausto hoje?
Para responder a essas perguntas, convidamos três especialistas na temática da educação sobre o Holocausto, Carlos Reiss, Celso Zilbovicius e Karina Iguelka, para um debate que se faz urgente.
Neste sábado, 13/06, às 19h.
Não precisa de inscrição para participar, basta acessar a plataforma Zoom.
Karina Iguelka é psicóloga e psicanalista, formada pelo Instituto de Psicologia da USP e pelo Instituto Sedes Sapientiae. É especialista na área de educação do Holocausto.
Carlos Reiss é educador e coordenador-geral do Museu do Holocausto de Curitiba.
Celso Zilbovicius é professor de saúde coletiva da Faculdade de Odontologia da USP e especialista na área de educação do Holocausto.
Michel Gherman – Professor de História na Universidade Federal Fluminense, coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos da UFRJ e Diretor Acadêmico do Instituto Brasil-Israel
Daniel Gerstler – Formado em Direito pela USP, especialista em Direito Penal Econômico pela FGV. Colaborador do IBI e voluntário do American Jewish Comitee.

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