Educação e Genocídios: A tarefa de educar sobre o Holocausto em tempos de Fake News

No dia 27 de janeiro de 1945, o maior campo de extermínio nazista, Auschwitz-Birkenau, foi liberado pelas tropas soviéticas. A data se tornou um símbolo do fim do Holocausto, sendo fixada pela ONU, em 2005, como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.
Neste dia em especial, consideramos importante refletir sobre este genocídio, que findou a vida de milhões de pessoas, e sobre seus impactos e reverberações no mundo todo e também no Brasil.
Em homenagem à data, realizaremos na sexta-feira, dia 29, às 16h, um bate-papo sobre “Educação e Genocídios: a tarefa de educar sobre o Holocausto em tempos de fake News”, com o Dr. Karl Schurster (UPE) e Carlos Reiss (Museu do Holocausto de Curitiba).
O bate-papo acontecerá através do link: https://us02web.zoom.us/j/86108570515
Haverá emissão de certificado para os participantes que solicitarem.

Artigos Relacionados
E eu com isso? #217 Israel 75 anos: lições do passado para um futuro diferente
3 de maio de 2023
No último episódio, falamos sobre os 75 anos de Israel, um dos aniversários mais marcantes do país, que vive uma grande tensão social. Refletimos principalmente sobre a pergunta: que Israel queremos para o futuro? No episódio de hoje, vamos voltar alguns passos e olhar para o passado de Israel a contrapelo: suas transformações políticas, socioeconômicas […]
A vida de kibutz é o tema do podcast da semana
18 de junho de 2020
Você sabe o que são kibutzim? Se você procurar na wikipedia, você vai encontrar que são “uma forma de coletividade comunitária israelita”. Mas será que é isso mesmo? Hoje vamos conversar com alguém que viveu boa parte da vida em um kibutz e, espante-se: demorou anos pra ver uma nota de dinheiro! Nosso convidado o […]
IBI repudia discurso antissemita manifestado contra parlamentar judeu
12 de dezembro de 2019
Na noite de quarta-feira, dia 11/12, o vereador Daniel Annenberg, do PSDB, foi chamado de “judeu filho da puta” por Adilson Amadeu, seu colega do DEM. Experiências como essas são compartilhadas por vítimas de racismo há gerações. Como se não bastasse a gravidade de chamar alguém de “filho da puta”, é preciso ainda reforçar a […]