Instituto Brasil-Israel, em parceria com a Universidade Zumbi dos Palmares, promove debate sobre antirracismo no contexto de mulheres negras e judias
16 nov 21

Instituto Brasil-Israel, em parceria com a Universidade Zumbi dos Palmares, promove debate sobre antirracismo no contexto de mulheres negras e judias

IBI

O Instituto Brasil-Israel, em parceria com a Universidade Zumbi dos Palmares, promove o debate “Mulheres Negras e Antirracismo: Brasil e Israel” nesta quinta, dia 18, às 14h30.

O debate faz parte da programação do Fórum Internacional de Equidade Racial Empresarial, evento que tem como propósito pautar o ESG [Ambiental, Social e Governança, em português] como um caminho possível no combate à desigualdade social, de gênero e racial no mercado de trabalho.

Lideranças das maiores empresas do país, do poder público, da sociedade civil, pesquisadores e formadores de opinião reúnem-se neste Fórum para refletir, analisar e apontar o necessário caminho para o nascimento de uma nova forma de se pensar o ambiente de trabalho, ou seja, um ambiente diverso, inclusivo e plural.

Como vivem as mulheres negras e judias neste contexto, e em que medida as experiências brasileira e israelense dialogam na luta antirracista?

Participam do debate Linoy Jember, do movimento sionista-socialista Hashomer Hatzair, que trabalha com a inclusão social de jovens negros etíopes na sociedade israelense, e Juliana Kaiser, professora da UFRJ, especialista em ESG e conselheira de organizações. O debate será mediado por Rosiane Rodrigues, doutora em antropologia pela UFF e conselheira consultiva do IBI.

“O ESG é o ponto de encontro entre nós, preocupadas com a forma, cada uma ao seu modo, de promover ações antirracistas através da melhoria de condições sociais de pessoas negras”, explica Juliana Kaiser.

No Brasil, 7,4 milhões de famílias são de mães solteiras negras, chefes de família e, controversamente, estão na base da pirâmide. Para Kaiser, tirar as mulheres negras dessa base, através de um trabalho de responsabilidade e diversidade com empresas, alinhando estratégias ESG para que as organizações percebam que é necessário fazer reparação histórica através da contratação de mulheres negras para cargos estratégicos e não operacionais, é uma das questões mais potentes do antirracismo, unida ao trabalho de letramento das empresas também para diminuir a lacuna de profissionais negros.

Clique aqui para conferir a programação gratuita e completa e realizar sua inscrição.

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