As tensões na chegada de Pessach deste ano foram assunto no podcast do Instituto Brasil-Israel
15 abr 22

As tensões na chegada de Pessach deste ano foram assunto no podcast do Instituto Brasil-Israel

As duas semanas mais importantes do judaísmo, que são amplamente celebradas por judeus de todo o mundo, foram precedidas por um dos mais relevantes ataques terroristas dos últimos tempos em Israel. No dia 7 de abril, na rua Dizengoff, uma das mais movimentadas de Tel Aviv, um ataque terrorista deixou três israelenses mortos e diversos feridos. Tomer Morad, Eytam Magini e Barak Lufan foram as vítimas do atentado. 

Não é o primeiro e, infelizmente, dificilmente será o último atentado terrorista que acontece em Israel. Mas por que esse, particularmente, mexeu tanto com a comunidade judaica em todo o mundo nos últimos dias? No podcast “E eu com isso?” do Instituto Brasil-Israel, as apresentadoras Anita Efraim e Ana Clara Buchmann conversaram com João Miragaya, que mora em Israel, é escritor e editor do site de notícias Conexão Israel e participante do podcast “Do Lado Esquerdo do Muro”. 

No episódio, Miragaya falou sobre a complexidade geopolítica e religiosa que envolve as datas mais importantes do judaísmo e islamismo na região terem, este ano, caído em dias próximos. Além do Pessach e Ramadã, em 30 de março foi comemorado o Dia da Terra, que relembra um protesto de 1976 de árabes-israelenses contra o governo de Israel, época que “tradicionalmente costuma ter protestos violentos”, explica o convidado. Escute o podcast em todas as plataformas. 

“Desde o início de março, há uma onda de atentados pelas ruas do país e dentro também dos assentamentos e dos territórios ocupados, com algumas vítimas fatais. Foram até agora, contando desde o início de março até hoje – dia 11 de abril – em um espaço de tempo de 1 mês e meio, mais ou menos, cerca de 16 atentados, ou seja, é quase um atentado a cada, mais ou menos, três dias.

Os primeiros atentados foram quase todos realizados nos territórios da Jerusalém Oriental e de repente, há duas semanas atrás, em Beersheva, até agora o mais mortal de todos, com quatro vítimas fatais”, pontua o escritor. Escute:

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