Atividades religiosas em meio à pandemia
Além da luta contra o coronavírus, Israel trava uma luta cultural em tempos de epidemia. Tal qual acontece no Brasil, o governo israelense esta tentando restringir ao máximo as rezas e atividades de culto religioso para conter a disseminação do vírus. Acontece que, para alguns grupos em Israel, principalmente os membros de algumas seitas ultra-ortodoxas, os mandamentos religiosos têm muito mais peso do que as ordens do governo.
Assim, enquanto há diminuição das ações públicas, alguns grupos ultra-ortodoxos mantêm suas atividades em pleno funcionamento. Se até ontem a tendência parecia de diminuição total das atividades, há pouco o Rabino Kamineski, líder dos ultra-religiosos lituanos (grupo amplo e numeroso), determinou que as yeshivot e sinagogas deveriam permanecer abertas.
Fica a pergunta: como reagir a esses grupos religiosos em um país multicultural, em que há liberdade de culto para todos e autonomia para grupos minoritários? Essa é uma questão que também cabe ao Brasil.
Artigos Relacionados
Israel e o reconhecimento do genocídio armênio
24 de abril de 2018
Genocídio completou 103 anos nesta terça-feira
TURISTAS PRESOS NA TURQUIA, JULGAMENTO DE NETANYAHU E MAIS | Expresso Israel #5 com Daniela Kresch
22 de novembro de 2021
E eu com isso? #83: Iamim Noraim na pandemia, um papo com o rabino Adrian Gottfried
8 de outubro de 2020