Atividades religiosas em meio à pandemia
Além da luta contra o coronavírus, Israel trava uma luta cultural em tempos de epidemia. Tal qual acontece no Brasil, o governo israelense esta tentando restringir ao máximo as rezas e atividades de culto religioso para conter a disseminação do vírus. Acontece que, para alguns grupos em Israel, principalmente os membros de algumas seitas ultra-ortodoxas, os mandamentos religiosos têm muito mais peso do que as ordens do governo.
Assim, enquanto há diminuição das ações públicas, alguns grupos ultra-ortodoxos mantêm suas atividades em pleno funcionamento. Se até ontem a tendência parecia de diminuição total das atividades, há pouco o Rabino Kamineski, líder dos ultra-religiosos lituanos (grupo amplo e numeroso), determinou que as yeshivot e sinagogas deveriam permanecer abertas.
Fica a pergunta: como reagir a esses grupos religiosos em um país multicultural, em que há liberdade de culto para todos e autonomia para grupos minoritários? Essa é uma questão que também cabe ao Brasil.
Artigos Relacionados
Xeique dos Emirados Árabes compra 50% do clube Beitar Yerushalaim
9 de dezembro de 2020
Beitar Yerushalaim é um dos populares clubes de futebol em Israel, país em que grande parte dos times e torcidas têm alinhamento político-ideológico. Os Hapoel, por exemplo, são times vinculados com a esquerda. Macabi tem mais relação com a direita liberal. Já o Beitar tem identificação com a direita mais radical, e por estar sediado […]
IBI se reúne com grupo do Taglit
10 de julho de 2019
Bate-papo sobre percepções envolvendo o conflito entre israelenses e palestinos antecede viagem a Israel
Diálogos Literários Brasil-Israel | Onde a literatura encontra o cinema
27 de janeiro de 2021