Os desafios em relação à pedagogia do Holocausto nunca cessam

Na semana em que celebramos o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, o vice-presidente Mourão declarou: “a minha honra está ligada à lealdade”, fazendo-nos lembrar do lema da SS “minha honra é chamada lealdade”.
Durante o atual governo, Ernesto Araújo já falou em “triunfo da vontade”; Roberto Alvim em “arte nacional heróica”, entre outras declarações que incorporam, de maneira mais ou menos evidente, célebres slogans nazistas na linguagem oficial ou cotidiana.
E as atuais lideranças governamentais seguem nos lembrando que os desafios em relação à pedagogia do Holocausto nunca cessam.
Artigos Relacionados
Greenwald e Weintraub: quando a identidade judaica se torna político-ideológica é o tema do podcast do IBI
24 de outubro de 2019
O convidado é Daniel Douek
Faça o que digo, mas não o que faço: a falta de exemplo pessoal entre os políticos em Israel
13 de abril de 2020
Um centro de pesquisas internacional apontou Israel, em certo momento desta pandemia, como o país mais seguro para estar durante a crise da COVID-19. O país tomou medidas severas cedo, isolou cidades e bairros inteiros, mandou fechar tudo (menos supermercados, farmácias e locais de trabalho fundamentais), ordenou que os cidadãos andem de máscaras e tudo […]
Omar Thomaz discute conceitos de apartheid e genocídio em aula em SP
21 de junho de 2019
Os conceitos de termos como “genocídio” e “apartheid”, comumente usados para exemplificar processos e conflitos em territórios ao longo da História, foram a base da discussão proposta pelo professor do departamento de Antropologia da Unicamp, Omar Thomaz, na aula ministrada na última quinta-feira (13), no curso do IBI, em São Paulo. No começo de sua […]