Maternindade e judaísmo é o novo episódio do podcast do IBI
IBIControladora e ao mesmo tempo tiete dos filhos, a mãe judia não quer vê-los passar pelo menor dos sofrimentos e usa isso como desculpa esfarrapada para tentar controlar suas vidas. Diante de qualquer resistência ou demonstração de que não precisamos mais tanto delas, ela atribui a nós a culpa imensurável de fazê-la sofrer. Assim, o excesso de amor torna-se um egoísmo sem limites. Mas é claro que esse é apenas mais um estereótipo judaico. O estereótipo da mãe judia já foi explorado à exaustão no cinema, na literatura e é tema de inúmeras anedotas. Mas no episódio de hoje a gente vai falar sobre questões que envolvem uma maternidade mais próxima da realidade e como ela é encarada no judaísmo. Como funciona a ideia de matrilinearidade, por exemplo? Como fica a questão do aborto no judaísmo? Esse é o tema do ‘E eu com isso?’ de hoje, com a musicista e mãe Priscila Franco.
Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah
<iframe src=”https://anchor.fm/instituto-brasil-israel/embed/episodes/41-Maternidade-e-judasmo-e8vskq” height=”102px” width=”400px” frameborder=”0″ scrolling=”no”></iframe>
Onde ouvir
Artigos Relacionados
Live com Joyce Pascowitch
27 de julho de 2020
Na quinta-feira, dia 23/07, às 17h, Marília Neustein conversa com Joyce Pascowitch sobre o tema “Minha identidade judaica”. Acompanhe pelo Instagram @institutobrasilisrael.
Considerações iniciais sobre a definição de antissemitismo proposta pela IHRA
2 de abril de 2021
Este material é resultado do primeiro encontro do grupo de trabalho convidado a refletir sobre a definição de antissemitismo proposta pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA). O debate sobre racismo e antissemitismo não são excludentes. No Brasil consideramos, é fundamental reconhecer que o racismo contra negros e indígenas, até hoje, provoca exclusão, mortes […]
Morre Claude Lanzmann, cineasta francês que dedicou parte de sua obra a entender a complexidade de Israel
5 de julho de 2018
Shoá, talvez seja o trabalho mais conhecido de Claude Lanzmann – que morreu nesta quinta-feira. O documentário demorou onze anos para ser concluído, tem nove horas de duração e entrevistas com sobreviventes, testemunhas e trabalhadores dos campos de concentração. Em seu currículo, o realizador possui também dois documentários sobre Israel: “Why Israel?” e “Tsahal”. Reportagem […]