Purim na pandemia
Caroline Beraja
Hoje é véspera de Purim, uma festa judaica que comemora a salvação dos judeus na Pérsia antiga. É tradição se fantasiar nessa data. Em Israel, as ruas costumam receber festas animadas com pessoas caracterizadas dos mais diversos personagens. Esse ano, porém, assim como o Carnaval no Brasil, Purim foi cancelado.
Estão proibidas as festas na rua; está em vigor um toque de recolher noturno entre 20h30 e 5h da manhã, de quinta-feira a sábado à noite; as sinagogas poderão receber pessoas que queiram ouvir a leitura do Pergaminho de Esther, porém com um limite de 10 pessoas no interior e 20 no exterior, ou apenas pessoas com “passaporte verde” (já vacinadas) a 50% da capacidade do local. “Nenhuma máscara foi mais importante do que esta”, disse o ministro da Saúde, Yuli Edelstein, ao colocar sua máscara de proteção facial.
Os israelenses encontraram um jeito de manter a tradição. Ainda é possível ver pessoas fantasiadas nas ruas do país, porém apenas consumindo serviços essenciais e respeitando as restrições aplicadas pelo governo.
Artigos Relacionados
Protesto no Dia da Terra é prenúncio de ano marcado por simbolismos
31 de março de 2018
Em 2018, completam-se 70 anos da criação do Estado de Israel
Matias Spektor discute o conceito de terrorismo em curso do IBI, em SP
29 de maio de 2019
Sob o questionamento “Terrorismo ou resistência”?, o professor Matias Spektor, docente da FGV, ministrou a aula da última quinta-feira, dia 23 de maio, no curso de formação do IBI, em São Paulo. Dentro da proposta do curso intitulado “Precisamos falar sobre Palestina e Israel”, em sua segunda edição na capital paulistana, o professor fez um […]