Marcas anunciam fim do apoio ao Flow Podcast
As marcas apoiadoras do Flow Podcast anunciaram a suspensão do patrocínio após o apresentador Monark defender a criação de um partido nazista e o direito de ser “anti-judeu”.
Em nota, a Flash Benefícios afirmou que “não há sociedade livre quando há intolerância ou busca de legitimação de discursos odiosos, nazistas e racistas, tecidos a partir de uma suposta liberdade de expressão” e anunciou o “encerramento formal e imediato de nossa relação contratual com os Estúdios Flow”.
Já a Insider Store, por meio de mensagem em vídeo de seu co-fundador, dise: “A gente está suspendendo qualquer tipo de parceria com o Podcast Flow. E do nosso lado também exigindo a saída do Monark do podcast. A gente acredita que mensagens de ódio não podem ser disseminadas para a população”.
E Monark acabou sendo demitido.
O Instituto Brasil-Israel vinha pressionando os anunciantes a desmonetizarem o programa. Agradecemos a todos aqueles que colaboraram nesta campanha.
Artigos Relacionados
IV Simpósio IBI no Campus: Inscrições abertas para comunicadores
15 de outubro de 2025
O Instituto Brasil-Israel tem a honra de convidar a comunidade acadêmica para o IV Simpósio IBI no Campus, que será realizado entre os dias 2 e 5 de dezembro de 2025, em formato híbrido. O Simpósio é uma iniciativa que busca congregar pesquisadores para ampliar e aprofundar as relações entre acadêmicos, promovendo o intercâmbio de […]
Curso apresenta a complexidade do conflito entre israelenses e palestinos com grandes especialistas
30 de novembro de 2021
Em formato EAD, e contando com a participação de professores e pesquisadores das melhores universidades do Brasil e internacionais, ligados a instituições judaicas e árabes, o curso “Precisamos falar sobre Israel e Palestina”, oferecido pelo Instituto Brasil-Israel, com inscrições abertas até o dia 10 de dezembro, é dirigido a estudantes e interessados em geral
A cantora israelense Netta quer bombar no Brasil
19 de março de 2022
“A base da música que eu faço tem um BPM [batidas por minuto] bem alto e eu acho bem parecido com as pessoas do Brasil. Vocês não aceitam qualquer merda, do mesmo jeito que a gente. É tudo autêntico, cool e tem uma vibe legal.”