Nosso papel com os refugiados
Pessach acabou de passar. Nessa festa judaica, relembramos anualmente que os nossos antepassados hebreus, estrangeiros e escravizados no Egito, foram libertos e puderam enfim se constituir como uma nação. Essa não foi a primeira vez em que o povo judeu esteve nessa condição de deslocamento, narrativas assim estão presentes em muitos outros momentos da história judaica.
Durante décadas de antissemitivo na Europa que antecederam o surgimento do nazismo, o povo judeu foi visto como estrangeiro. Anos mais tarde, os judeus e judias de origem Mizrahi, expulsos de países árabes como resposta à fundação do Estado de Israel, tornaram-se refugiados em outros países. E até hoje, chamamos de diáspora qualquer lugar fora de Israel.
No episódio do podcast do IBI desta semana, as apresentadoras Ana Clara Buchmann e Amanda Hatzyrah conversaram sobre a condição de se estar refugiado a partir de uma experiência judaica e atual com Laura Waisbich, doutora em Geografia pela University of Cambridge, mestra em Ciência Política pelo Sciences Po Paris e internacionalista pela PUC-SP, e o Rabino Natan Freller, da comunidade Etz Chaim.
<a href=”http://” target=”_blank”>
Artigos Relacionados
Gaavah participa de exibição de cinedebate sobre vida de Rosely Roth
13 de dezembro de 2023
O MOV.LGBTQIA+, incubadora de projetos ligada à Congregação Israelita Paulista (CIP), organizou, no último dia 30 de novembro, um evento especial que contou com a participação dos coletivos Gaavah, coletivo LGBTQIA+ do Instituto Brasil-Israel, e CineSapatão. O CineSapatão vem conquistando diversos prêmios com o curta-metragem “Ferro’s bar”, que narra o evento do levante do Ferro’s […]
Grupo LAIS, fundado em Fortaleza, pretende intensificar os estudos acadêmicos sobre Israel
13 de dezembro de 2018
Encontro de intelectuais ocorreu durante a conferência BIWARD