Nosso papel com os refugiados
Pessach acabou de passar. Nessa festa judaica, relembramos anualmente que os nossos antepassados hebreus, estrangeiros e escravizados no Egito, foram libertos e puderam enfim se constituir como uma nação. Essa não foi a primeira vez em que o povo judeu esteve nessa condição de deslocamento, narrativas assim estão presentes em muitos outros momentos da história judaica.
Durante décadas de antissemitivo na Europa que antecederam o surgimento do nazismo, o povo judeu foi visto como estrangeiro. Anos mais tarde, os judeus e judias de origem Mizrahi, expulsos de países árabes como resposta à fundação do Estado de Israel, tornaram-se refugiados em outros países. E até hoje, chamamos de diáspora qualquer lugar fora de Israel.
No episódio do podcast do IBI desta semana, as apresentadoras Ana Clara Buchmann e Amanda Hatzyrah conversaram sobre a condição de se estar refugiado a partir de uma experiência judaica e atual com Laura Waisbich, doutora em Geografia pela University of Cambridge, mestra em Ciência Política pelo Sciences Po Paris e internacionalista pela PUC-SP, e o Rabino Natan Freller, da comunidade Etz Chaim.
<a href=”http://” target=”_blank”>
Artigos Relacionados
Jornalista pode ter sido morta com disparo acidental, diz Israel
5 de setembro de 2022
Nesta segunda-feira, Israel anunciou o resultado da investigação em relação à morte da jornalista Shireen Abu Akleh, repórter da Al Jazeera. Segundo o governo israelense, há uma alta probabilidade de o tiro que matou Shireen ter sido disparado por um soldado do exército de Israel. Por outro lado, autoridades negam que o objetivo tenha sido […]
Nota de posicionamento
27 de janeiro de 2022
Coletivos judaicos progressistas e sociedade civil têm contribuído para denunciar também o antissemitismo quando manifestados nos círculos da esquerda