Mulheres que desafiam o status quo de poderes e gênero em Israel
01 mar 18

Mulheres que desafiam o status quo de poderes e gênero em Israel

IBI

Conheça algumas mulheres que desafiam o status quo de poderes e gênero em Israel. Provando que a luta contra o machismo é contínua, que cada vez mais delas estão em espaços de destaque e não há construção de paz sem a participação de mulheres.

Havi Toker

É a primeira juíza ultra-ortodoxa mulher de Israel. Nomeada no mês passado, Havi prometeu defender a Constituição e se comprometeu a iluminar o mundo hassídico para seus novos colegas. Sua eleição foi “um passo para a comunidade ultra-ortodoxa em geral”, mostrando que está aberto a mulheres que progridem na escada política.

Yael Dayan

Filha do famoso general Moshe Dayan, a escritora serviu como membro do Knesset entre 1992 e 2003, pelo Partido Trabalhista. Foi a primeira parlamentar israelense a se encontrar com o líder da OLP Yasser Arafat, em 1993. Tem 78 anos e continua ativa na política atuando no movimento Peace Now e a favor dos direitos humanos no país.

Dorit Rabinyan

Dorit Rabinyan é escritora e roteirista. Nascida em uma família judaica iraniana, Dorit enfrentou uma controvérsia ao publicar, em 2014, a novela Gader Haya, na qual narra uma história de amor entre uma israelense e um palestino. Um comitê do Ministério da Educação de Israel achou o livro inapropriado. A decisão levou a protestos de professores e diretores do ensino médio.

Itaf Awad

Nascida em Haifa, Itaf é árabe-israelense e dirige o pioneiro bi-cultural árabe e hebraico de jardim de infância, Ein Bustan, e é membra do board da Bat Shalom (“Filhas da paz”), organização feminista pacifista que reúne mulheres israelenses e palestinas em defesa da igualdade de direitos para cidadãos árabes e judeus no Estado de Israel.

Gaby Lasky
Gaby Lasky é advogada de direitos humanos e atualmente representa as palestinas Ahed Tamimi e sua mãe Nariman. Lasky já foi secretária geral da Peace Now e membro da Câmara Municipal de Tel Aviv-Jaffa para o partido Meretz de esquerda, passou grande parte da última década defendendo palestinos, muitos deles envolvidos na luta popular contra a ocupação

Shula Mola

É a diretora da Associação de Judeus Etíopes de Israel. Tem pesquisa no impacto das tecnologias de comunicação e das mídias sociais na percepção de identidade de israelenses e etíopes. É ativista contra o racismo e pela integração dos etíopes na sociedade israelenses.

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