Faltam líderes como Rabin, que coloquem o Estado e o povo à frente de si mesmos, afirma ex-diplomata israelense
No dia 4 de novembro de 1995, o primeiro ministro de Israel, Yitzhak Rabin, discursava em uma praça no centro de Tel Aviv. Na ocasião, ele foi orientado a colocar um colete à prova de balas. Com a bandeira da paz, ele preferiu não usar e passar uma mensagem. Mas a decisão custou caro demais. Neste dia, Rabin foi assassinado por um israelense que era contra as iniciativas de paz do primeiro ministro.
Há 25 anos sem Rabin, Israel se vê cada dia mais longe do diálogo e da paz com os palestinos. O primeiro-ministro ainda é a marca mais forte de paz no país.
Amanda Hatzyrah e Ana Clara Buchmann conversaram com Revital Poleg, ex-presidente da Agência Judaica no Brasil, até 2018. Ela foi diplomata e trabalhou com Shimon Peres durante os acordos de Oslo. Hoje, ela é o CEO da Wikimedia Israel. Para Revital, Rabin era um líder com valores que colocava Israel, o Estado e seu povo, à frente de sua pessoalidade.
Onde ouvir
Artigos Relacionados
IBI lança 2ª edição do curso de formação “Precisamos falar sobre Israel e Palestina”
5 de abril de 2019
Inscrições estão abertas e aulas começam em maio
Human Rights Watch divulga relatório sobre prisões arbitrárias e torturas praticadas pela Autoridade Palestina e pelo Hamas
23 de outubro de 2018
De acordo com relatório da Human Righs Watch publicado nesta terça, 23/10, a Autoridade Palestina na Cisjordânia, liderada pelo Fatah, e as autoridades do Hamas em Gaza prendem e torturam rotineiramente críticos e opositores. À medida que a disputa entre os dois grupos se aprofundou, a repressão aos dissidentes intensificou-se. O relatório de 149 páginas, […]
Israel Delivery #2 – Política e pandemia: Formação de um governo de união nacional em Israel
30 de março de 2020