IBI repudia discurso antissemita manifestado contra parlamentar judeu
IBINa noite de quarta-feira, dia 11/12, o vereador Daniel Annenberg, do PSDB, foi chamado de “judeu filho da puta” por Adilson Amadeu, seu colega do DEM.
Experiências como essas são compartilhadas por vítimas de racismo há gerações. Como se não bastasse a gravidade de chamar alguém de “filho da puta”, é preciso ainda reforçar a agressão, trazendo à tona a origem étnica e racial que pode ser, na visão do agressor, também uma forma de ofensa.
A colocação de Amadeu é um clássico do antissemitismo mais tradicional. Mas por que isso apareceu agora? Ora, porque discursos de ódios não ficam apenas na televisão, eles descem para a vida.
Por isso, devemos repudiar a fala do vereador e entender que ela não é um mero acaso. Ela vem junto da violência que atravessa nossos tempos e nos distancia cada vez mais de valores democráticos, colocando no mesmo lugar os negros, os LGBT, as mulheres, os índios, os umbandistas, os judeus e outras tantas minorias.
E por isso devemos nos manifestar. Por todos nós. Antes que seja tarde.
Artigos Relacionados
Falta de compromisso com instituições liberais democráticas é marca da extrema direita, define Luís Edmundo de Moraes
19 de julho de 2019
Uma análise da atual conjuntura política no Brasil e no mundo marcou o encerramento da segunda edição do curso de formação “Israel e Palestina: entre conflitos e narrativas”, oferecido pelo IBI, no Rio de Janeiro, no último dia 17. Para o encerramento do curso, foi convidado o historiador Luís Edmundo de Moraes, professor de História Contemporânea da Universidade […]
E eu com isso? #98 Israel, um exemplo na vacinação contra a Covid-19
4 de fevereiro de 2021
Playlist da semana: Chaver, ata chaser
14 de novembro de 2019
Curadoria de Tomer Silberberg